sábado, 3 de setembro de 2016

Sobre a hipocrisia nos dias atuais...

Esses jovens que não vão ao banheiro sem o celular querendo dar uma de que odeiam o capitalismo...
Muita imaturidade e hipocrisia!
Se alguém quer provar que acredita no que prega, em primeiro lugar, que viva da maneira como acha que deveria ser!

Quer um mundo sem corrupção? Seja honesto!
Quer uma sociedade mais solidária? Ajude a quem cuspiu em você, no momento em que essa pessoa precisar!
Quer direitos? Veja se eles não ferem os direitos dos outros!

Infelizmente vivemos numa época do "eu quero que façam, eu quero que sejam, eu quero que aceitem", mas ação concreta e com resultados positivos da parte de quem tanto exige dos outros não se vê, de fato.

Muito barulho, muita baderna, mas pouca mudança pra melhor! Infelizmente...

sábado, 16 de abril de 2016

Falando em minorias...

          O mundo será muito mais bonito quando os Seres Humanos entenderem uns aos outros e agirem de forma a valorizar o indivíduo em sua peculiaridade, afinal, cada um tem valor e cada coisa tem seu espaço pra ser dita, escrita e feita. Isso se chama princípio da convivência saudável, na minha opinião.
          Eu acredito num mundo melhor, um dia. Estou tentando colaborar com esse mundo de segunda a quinta-feira (e em sábados letivos). Escolhi trabalhar com os pequenos, antes que a corrupção os alcance. Decidi ensinar a respeitar ao próximo, a não ignorar as minorias, a ter sonhos altos, a ter a certeza de que cada um pode sim alcançar seu desejo, desde que se esforce, nunca desista e jamais passe por cima de alguém.

Bom, essa foi a inspiração de hoje...
Até a próxima!
Bjin no coração
Aline Viana

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Podem me chamar de "educadora", mas o meu orgulho é ser professora!

    Uns dias atrás, tive uma pequena discussão com um rapaz em uma rede social, onde ele respondeu a uma postagem de sua própria tia criticando a greve do setor de educação em defesa do atual prefeito da minha cidade.
    Bom, pra resumir o motivo da greve, entre outros abusos cometidos, nossos salários, sem ter um calendário fixo de pagamento atualmente, tem tido atrasos de quinze dias pra muitos e até mais do que isso para outros, sendo ferida a lei que determina o pagamento até o quinto dia útil do mês.
    Em seu comentário, o rapaz querendo ofender a classe, pôs entre parênteses a palavra “educadoras”.
    Não sabia ele que ele apenas estava reforçando uma verdade!
    Professores acabam sendo multitarefas em sala de aula… Isso faz parte da nossa realidade. Tomamos emprestado e, usam termos emprestados pra nos nomearem também: “artesãos”, “atores/atrizes”, “psicólogos”, “comediantes”, “Educadores/pais/mães”, “etc”.
    São tantos termos indicando os papéis que desenvolvemos em nossa prática docente, que eu poderia fazer essa postagem ficar enorme, apenas com palavras entre parênteses. Mas, isso não vem ao caso.
    O que fez-me escrever essa postagem foi o sentimento que o rapaz apenas reforçou em mim. Uma verdade: Sou professora, com muito prazer. Profissional da área da educação básica escolar.
    Como todo profissional, recebo salário por exercer meu trabalho, e nenhum profissional, seja de qual área for, aceitaria trabalhar de escravo, ou seja, sem salário.
    Quanto aquele sentimento de amor, ele não está descartado por nós, professores, mas o erro está em como nos veem.
    Trabalhamos com amor, e não por amor!
    Nossa categoria é uma das menos valorizadas nesse mundo, mas mesmo assim temos orgulho de ensinar o que sabemos aos outros com aquele fundo utópico de esperança de podermos transformar o mundo (ou pelo menos a vida de quem passar por nossa sala de aula).
    O sistema sempre quer virar o jogo contra nós, mas não desistimos mesmo assim. 
    Mesmo que muitos dos meus colegas de profissão tenham desanimado, nossa classe é forte e sempre será, pra desgosto do governo corrupto.
    Podem nos chamar de qualquer termo entre parênteses, nós não nos ofendemos. Mas reforçamos nosso orgulho de sermos PROFESSORES!
    Pesquisando sobre a etimologia do termo “professor”, acabei encontrando algo tão apenas… Perfeito pra nos definir de forma exata:
    “Já reparou como as palavras profissão e professor se parecem? Elas nasceram da mesma raiz etimológica, o que faz todo o sentido: o professor é a primeira das profissões.   Todas as outras especialidades e habilidades técnicas só podem existir quando há professores ensinando-as aos seus discípulos. Toda profissão precisa de professores. […] O que é ter uma profissão? O que é ser professor? Ambas as palavras derivam do latim professum, que por sua vez vem do verbo profitēri: "declarar perante um magistrado, fazer uma declaração, manifestar-se; declarar em alto e bom som, afirmar, assegurar, prometer, protestar, obrigar-se, confessar, mostrar, dar a conhecer, ensinar, ser professor" (Houaiss).” - http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/0033.html

    Bom, é isso!

Fontes:
http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/0033.html
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=professor
http://www.gramatica.net.br/origem-das-palavras/etimologia-de-professor/

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014


Equilíbrio

O que é de mais, sobra
O que é de menos, faz falta.

Ação de mais, cansa
Estagnação de mais, não constrói nada
Quietude de mais, dá sono
Quem fala de mais, não pensa
Quem pensa de mais, não fala

Um copo tem limite pra ficar cheio
Se transborda faz sujeira
O que faz falta, não satisfaz
O que sobra, é insuportável

Doce de mais, adoece
Sal de mais, também

Muita informação, nem sempre gera muita absorção
Pouca informação, pouco conhecimento
Muito conhecimento, pouco conhecimento
Já disse o pensador:
“Só sei que nada sei”

Qual é o problema em manter o equilíbrio?
Se ele nos faz tão bem!

Aline Viana

domingo, 21 de abril de 2013

Cultura indígena na escola





Na data em homenagem aos primeiros habitantes do Brasil, uma série de estereótipos e preconceitos costuma invadir a sala de aula. Saiba como evitá-los e confira algumas propostas de especialistas de quais conteúdos trabalhar


O Dia do Índio é comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante.



Por ocasião da data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, especialistas questionam a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas e afirmam que, além de reproduzir antigos preconceitos e estereótipos, não geram aprendizagem alguma. "O índigena trabalhado em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós, 'brancos'", diz a coordenadora de Educação Indígena no Acre, Maria do Socorro de Oliveira.

Saiba o que fazer e o que não fazer no Dia do Índio:


1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las.

Faça uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e a vasta literatura de contos indígenas. "Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea", explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental.

2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens

Mostre aos alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes.

3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14

Sempre recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. Explique que o Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Não se prenda a uma etnia. Fale, por exemplo, dos Ashinkas, que têm ligação com o império Inca; dos povos não-contatados e dos Pankararu, que vivem na Zona Sul de São Paulo.

4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola

A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina.

5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas

"Oca" é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social. Prefira mostrar fotos ou vídeos.

6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas

Debata sobre o que podemos aprender com esses povos. Em relação à sustentabilidade, por exemplo, como poderíamos aprender a nos sentir parte da terra e a cuidar melhor dela, tal como fazem e valorizam as sociedades indígenas?

Reportagens retirada da Revista Nova Escola.
Achei essa reportagem neste blog maravilhoso: http://joaopharaoh.blogspot.com.br/2011/04/cultura-indigena-na-escola.html

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Falando de cultura indígena

Não é a roupa(ou a falta dela) que define hoje quem é índio e quem não é. Muitos anos se passaram depois da colonização do Brasil.
Deixe os preconceitos de lado. Se você muda, se o homem branco mudou os seus hábitos com o passar dos anos, por que toda essa hipocrisia ao tratar a questão do índio, se eles também são seres humanos capazes de viver as transformações que podem ocorrer na vida de qualquer um?


Tenho muito respeito e adimiração por esse cidadão indígena brasileiro:
Daniel Munduruku (Belém do Pará, 28 de fevereiro de 1964) é um escritor e professor brasileiro. Pertence à etnia indígena munduruku.
É graduado em Filosofia, História e Psicologia. Tem mestrado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo. É doutor em Educação pela Universidade de São Paulo. É relações-públicas do Instituto Indígena Brasileiro da Propriedade Intelectual. É diretor-presidente do Instituto Uk'a - a casa dos saberes ancestrais. É conselheiro-executivo do Museu do Índio do Rio de Janeiro. Como escritor, se destaca na área da literatura infantil. É membro da Academia de Letras de Lorena.

Meus parabéns a todos os brasileiros indígenas!

Fonte de pesquisa:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_Munduruku
http://www.indioeduca.org/?p=1924

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Roleta de Palavras feita com EVA, disco de vinil, CD e parte mecânica de leitor de DVD.


Na ideia original(foto pega na net), a atividade era um relógio de palavras, onde o ponteiro ficaria no meio, preso por uma tachinha.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Meu domingo preparando material para contar a história "Dona Baratinha"

Peguei no batente às 15 horas da tarde de domingo.

Desenhando os personagens em 1/4 de folha A4 para pintar e colar em papel firme(cartolina ou cartãozinho): 

Horas depois, o sol já tinha sumido(como nota-se na janela):

Mesa cheia: Máscaras feitas de de papel A4 colado no papelão para serem colados no palito grande, desenhos dos personagens pintados(quer dizer, eu terminando de pintar), canetinhas, giz de cera,  prendedor de cabelo, cola e até o meu pequeno príncipe...

Depois de tantas horas na cadeira, já estava cansada da mesma posição, então já fui me jogando no chão, para transformar uma tampa de caixa grande de papelão em casa da dona Baratinha(encapada com papel pardo, grama de EVA, detalhe de tijolinho feito com giz de cera):

Casinha pronta: Atrás, a própria caixa encaixa na tampa, deixando-a firme. Dentro da caixa, ficam os fantoches, as máscaras e o restante do material a ser usado na aula. O telhado da casinha é solto. Depois de usar é só guardar tudo na caixa e fechar a tampa!

Materiais para contar a história dentro da caixa

Painel para trabalhar a sequência da entrada dos personagens na história
Neste dia, o meu trabalho terminou às três e pouca da madrugada... 
Só tendo muita paciência!
Rsrsrsrs

terça-feira, 12 de março de 2013

Fantoche de cágado

Para contar a história "O cágado na festa do céu", do livro "Histórias de Tia Nastácia", de Monteiro Lobato.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Fazendo arte...

Tem coisa mais gostosa nessa vida do que fazer coisas bonitas?
Seja arte manual, arte culinária, arte, arte, ARTE!!!
O legal colocar para fora as coisas boas que existem dentro de si.
Ame tudo aquilo que você faz, então terás um coração mais satisfeito ao ver os resultados.
Quem planta uma boa semente, colhe um bom fruto.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Minha primeira aula em 2013

A pedido da Sec. de Educação da cidade, os dinamizadores de Sala de Leitura e Arte nessa primeira semana de aula, devido à falta de grande número de professores por causa de mudança de governo e da nova matriz curricular(que estabelece a necessidade de mais de um professor por turma), ficaram com turmas até que a situação fosse resolvida.
Então, fiquei com duas turminhas de 1º ano que estavam sem o professor de Ciências, Geografia e História.
Veja o meu plano para a minha primeira aula com os pequetitos:
 
Tema: O valor da amizade.

Justificativa: A violência e a falta de diálogo tem sido uma constante nos relacionamentos dos nossos alunos, sendo assim, é importante criar um momento de reflexão sobre estas questões. A história “O Dono da Bola” de Ruth Rocha nos permitirá perceber que o diálogo e o arrependimento podem e devem fazer parte do nosso círculo de amizade.

Objetivos:
* Refletir sobre a importância de ter amigos;
* Valorizar a amizade:
* Questionar o nosso comportamento no grupo de amigos;
* Saber que errar é humano mas persistir no erro, não é legal. 

Cronograma: 1ºdia de aula

Recursos - Materiais:
·         Livro “Marcelo, Marmelo, Martelo e outras histórias” – Ruth Rocha
·         Folhas A4
·         Canetinhas, lápis de cor
·         Cartaz com imagem do personagem principal da história
·         Bola

Recursos humanos: Somente o professor e os alunos.

Desenvolvimento:

1ª atividade:
  • Roda de conversa: cada um se apresenta dizendo o nome e uma coisa que gosta muito.
  • Debate prévio sobre o que pode ser a história, através da leitura da imagem do cartaz com a figura acima.

2ª atividade:
  • Leitura da história(sem as ilustrações)

3ª atividade:
  • Análise do texto feita na forma de conversa informal e descontraída.
Personagens:
*       Nome do menino que era considerado o dono da bola? Carlos Alberto
*       Ele tinha apelido? Qual era? Sim.Caloca.
*        Como era o jeito dele? Ele queria que tudo fosse feito da maneira dele, senão, ele não emprestava a bola. Ele era egoísta.
Enredo:
*         Vocês acham que a história está querendo nos passar alguma mensagem? Se sim qual? É melhor ter amigos e dividir as coisas com eles, do que ficar sozinho.
*        Qual a parte do livro que mais chamou sua atenção? Pessoal.
*       Qual foi a parte da história que vocês acharam que o Caloca iria sentir falta dos amigos? Pessoal.
*       Qual era a parte do corpo que Caloca mais colocava a bola? A mão.
4ª atividade:
  • Desenhar o dono da bola em metade de folha A4.

5ª atividade:
  • Jogo “Batata quente” para descobrir quem é o dono da bola(vencedor).

6ª atividade:
  • Dinâmica: Troca de presentes.
*       Distribuir papel, lápis de cor e canetinhas aos alunos.
*       Solicitar que façam um desenho para retratar a importância da amizade.
*       Explicar que cada desenho se transformará em um presente para o colega que acabou de conhecer.
*       Promover a troca de desenhos e abordar a importância de fazer novas amizades.


Minha 2º aula para o 1º ano: Identidade - Nome


Iniciei a aula com a leitura deleite do livro "Rumpelstichen" da editora Cedic.
Perguntando a eles sobre qual história eles achavam que seria contada, uns disseram Pinóquio, outros, a Bela Adormecida.
Eles ficaram bem interessados com o nome do livro, por causa da sonoridade.
Algumas pessoas acham, que por uma história ser um pouco mais comprida, há a necessidade de reduzi-la, porém, se você ler a história com entonação, suspense e interesse, as crianças prestam atenção sim. É muito importante as crianças terem acesso a um vocabulário rico desde cedo.

Depois disso, distribui uma fichinha rosa para as meninas e uma verde para os meninos. Cada criança teve que escrever o seu nome na fichinha. Depois, montamos o gráfico e fizemos as observações juntos.
 Depois os alunos fizeram mais esta abaixo:

Minha 3ª aula para o 1º ano em 2013 - Identidade

A atividade do dia foi essa:

Após fazerem a atividade com capricho, as crianças que foram terminando foram para o cantinho da leitura, tendo contato com os livros, compartilhando com os colegas.


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Nossas escolhas e suas consequências


"Eis que venho sem demora; 
Apocalipse 3:11a"

Se um filho adulto quiser por escolha própria seguir por um caminho de morte, o pai não poderá impedi-lo, mesmo que o AME.
Tanta gente irá para o inferno porque não quer seguir os caminhos de Deus que levam a vida, para seguir a caminhos de morte causados pelo pecado.
No fundo, no fundo, nossa consciência sabe o que é certo e o que é errado, mas tanta gente prefere continuar no erro, afinal, PECADO É BOM PRA ALIMENTAR A CARNE.
A carne é mortal, o espírito permanece para sempre.
O erro de muitos é não preparar uma bela casa espiritual para poder morar quando o fôlego de vida por aqui acabar.
Fico triste em ver tantos que eu conheço decidirem seguir o pecado.
Mas Deus nos fez livres para fazermos as nossas próprias escolhas.
Cada um que faça a sua.

  
"Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. 
E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei. 
Apocalipse 3:3"

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Objetivo de vida

Pra falar do quadrinho do Calvin acima:
Não seja comida de tigre nesse mundo!
As dificuldades não podem te engolir, fazendo você perder a fé, a esperança, a busca por alcançar os seus sonhos.
Que o seu objetivo principal seja o amor, pois só quem ama é amado e não tem coisa melhor nessa vida do que isso!
...
Será que para viver em paz consigo mesmo, é preciso entender o por quê de nossa existência?
Não podemos agir como se fossemos irracionais ao ponto de viver sem pensar no propósito da vida, mas martirizar-se em busca de todas as respostas também não traz a felicidade.
Esse propósito, nada mais é do que viver aproveitando ao máximo as oportunidades que surgem e ter metas de vida traçadas.
Enquanto os nossos olhos estão focados nas metas, percorremos melhor pela vida, que nos é tão preciosa.
Só vive bem quem tem objetivos a alcançar.
Vencedor é aquele que alcança um objetivo de cada vez.
Os obstáculos virão, mas são uma forma de tornar o caminho mais interessante.
 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Será que professor entra mesmo de férias?

Esse é o meu Pequeno Príncipe,  fazendo pose com a revista Nova Escola no plano de fundo em minha mesa de centro
Férias?
Será que essa palavra existe mesmo no vocabulário do professor?
Ah... as férias!
Momento para recarregar as baterias, de descanso. Mas muitos de nós professores, aproveitamos para ler, adiantar, planejar muita coisa, tudo pensando na escola.
E  no finzinho de férias diz: "Vou fazer isso, isso e isso esse ano..." Rs
A realidade é que o professor gostou tanto de estar na sala de aula, que acabou escolhendo essa profissão.
Quando eu era aluna tive uma professora que dizia que sonhava com o que fazer em nossas aulas. Agora eu consigo entender plenamente o que ela estava dizendo...