domingo, 21 de abril de 2013

Cultura indígena na escola





Na data em homenagem aos primeiros habitantes do Brasil, uma série de estereótipos e preconceitos costuma invadir a sala de aula. Saiba como evitá-los e confira algumas propostas de especialistas de quais conteúdos trabalhar


O Dia do Índio é comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante.



Por ocasião da data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, especialistas questionam a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas e afirmam que, além de reproduzir antigos preconceitos e estereótipos, não geram aprendizagem alguma. "O índigena trabalhado em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós, 'brancos'", diz a coordenadora de Educação Indígena no Acre, Maria do Socorro de Oliveira.

Saiba o que fazer e o que não fazer no Dia do Índio:


1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las.

Faça uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e a vasta literatura de contos indígenas. "Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea", explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental.

2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens

Mostre aos alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes.

3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14

Sempre recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. Explique que o Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Não se prenda a uma etnia. Fale, por exemplo, dos Ashinkas, que têm ligação com o império Inca; dos povos não-contatados e dos Pankararu, que vivem na Zona Sul de São Paulo.

4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola

A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina.

5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas

"Oca" é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social. Prefira mostrar fotos ou vídeos.

6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas

Debata sobre o que podemos aprender com esses povos. Em relação à sustentabilidade, por exemplo, como poderíamos aprender a nos sentir parte da terra e a cuidar melhor dela, tal como fazem e valorizam as sociedades indígenas?

Reportagens retirada da Revista Nova Escola.
Achei essa reportagem neste blog maravilhoso: http://joaopharaoh.blogspot.com.br/2011/04/cultura-indigena-na-escola.html

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Falando de cultura indígena

Não é a roupa(ou a falta dela) que define hoje quem é índio e quem não é. Muitos anos se passaram depois da colonização do Brasil.
Deixe os preconceitos de lado. Se você muda, se o homem branco mudou os seus hábitos com o passar dos anos, por que toda essa hipocrisia ao tratar a questão do índio, se eles também são seres humanos capazes de viver as transformações que podem ocorrer na vida de qualquer um?


Tenho muito respeito e adimiração por esse cidadão indígena brasileiro:
Daniel Munduruku (Belém do Pará, 28 de fevereiro de 1964) é um escritor e professor brasileiro. Pertence à etnia indígena munduruku.
É graduado em Filosofia, História e Psicologia. Tem mestrado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo. É doutor em Educação pela Universidade de São Paulo. É relações-públicas do Instituto Indígena Brasileiro da Propriedade Intelectual. É diretor-presidente do Instituto Uk'a - a casa dos saberes ancestrais. É conselheiro-executivo do Museu do Índio do Rio de Janeiro. Como escritor, se destaca na área da literatura infantil. É membro da Academia de Letras de Lorena.

Meus parabéns a todos os brasileiros indígenas!

Fonte de pesquisa:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_Munduruku
http://www.indioeduca.org/?p=1924

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Roleta de Palavras feita com EVA, disco de vinil, CD e parte mecânica de leitor de DVD.


Na ideia original(foto pega na net), a atividade era um relógio de palavras, onde o ponteiro ficaria no meio, preso por uma tachinha.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Meu domingo preparando material para contar a história "Dona Baratinha"

Peguei no batente às 15 horas da tarde de domingo.

Desenhando os personagens em 1/4 de folha A4 para pintar e colar em papel firme(cartolina ou cartãozinho): 

Horas depois, o sol já tinha sumido(como nota-se na janela):

Mesa cheia: Máscaras feitas de de papel A4 colado no papelão para serem colados no palito grande, desenhos dos personagens pintados(quer dizer, eu terminando de pintar), canetinhas, giz de cera,  prendedor de cabelo, cola e até o meu pequeno príncipe...

Depois de tantas horas na cadeira, já estava cansada da mesma posição, então já fui me jogando no chão, para transformar uma tampa de caixa grande de papelão em casa da dona Baratinha(encapada com papel pardo, grama de EVA, detalhe de tijolinho feito com giz de cera):

Casinha pronta: Atrás, a própria caixa encaixa na tampa, deixando-a firme. Dentro da caixa, ficam os fantoches, as máscaras e o restante do material a ser usado na aula. O telhado da casinha é solto. Depois de usar é só guardar tudo na caixa e fechar a tampa!

Materiais para contar a história dentro da caixa

Painel para trabalhar a sequência da entrada dos personagens na história
Neste dia, o meu trabalho terminou às três e pouca da madrugada... 
Só tendo muita paciência!
Rsrsrsrs

terça-feira, 12 de março de 2013

Fantoche de cágado

Para contar a história "O cágado na festa do céu", do livro "Histórias de Tia Nastácia", de Monteiro Lobato.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Fazendo arte...

Tem coisa mais gostosa nessa vida do que fazer coisas bonitas?
Seja arte manual, arte culinária, arte, arte, ARTE!!!
O legal colocar para fora as coisas boas que existem dentro de si.
Ame tudo aquilo que você faz, então terás um coração mais satisfeito ao ver os resultados.
Quem planta uma boa semente, colhe um bom fruto.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Minha primeira aula em 2013

A pedido da Sec. de Educação da cidade, os dinamizadores de Sala de Leitura e Arte nessa primeira semana de aula, devido à falta de grande número de professores por causa de mudança de governo e da nova matriz curricular(que estabelece a necessidade de mais de um professor por turma), ficaram com turmas até que a situação fosse resolvida.
Então, fiquei com duas turminhas de 1º ano que estavam sem o professor de Ciências, Geografia e História.
Veja o meu plano para a minha primeira aula com os pequetitos:
 
Tema: O valor da amizade.

Justificativa: A violência e a falta de diálogo tem sido uma constante nos relacionamentos dos nossos alunos, sendo assim, é importante criar um momento de reflexão sobre estas questões. A história “O Dono da Bola” de Ruth Rocha nos permitirá perceber que o diálogo e o arrependimento podem e devem fazer parte do nosso círculo de amizade.

Objetivos:
* Refletir sobre a importância de ter amigos;
* Valorizar a amizade:
* Questionar o nosso comportamento no grupo de amigos;
* Saber que errar é humano mas persistir no erro, não é legal. 

Cronograma: 1ºdia de aula

Recursos - Materiais:
·         Livro “Marcelo, Marmelo, Martelo e outras histórias” – Ruth Rocha
·         Folhas A4
·         Canetinhas, lápis de cor
·         Cartaz com imagem do personagem principal da história
·         Bola

Recursos humanos: Somente o professor e os alunos.

Desenvolvimento:

1ª atividade:
  • Roda de conversa: cada um se apresenta dizendo o nome e uma coisa que gosta muito.
  • Debate prévio sobre o que pode ser a história, através da leitura da imagem do cartaz com a figura acima.

2ª atividade:
  • Leitura da história(sem as ilustrações)

3ª atividade:
  • Análise do texto feita na forma de conversa informal e descontraída.
Personagens:
*       Nome do menino que era considerado o dono da bola? Carlos Alberto
*       Ele tinha apelido? Qual era? Sim.Caloca.
*        Como era o jeito dele? Ele queria que tudo fosse feito da maneira dele, senão, ele não emprestava a bola. Ele era egoísta.
Enredo:
*         Vocês acham que a história está querendo nos passar alguma mensagem? Se sim qual? É melhor ter amigos e dividir as coisas com eles, do que ficar sozinho.
*        Qual a parte do livro que mais chamou sua atenção? Pessoal.
*       Qual foi a parte da história que vocês acharam que o Caloca iria sentir falta dos amigos? Pessoal.
*       Qual era a parte do corpo que Caloca mais colocava a bola? A mão.
4ª atividade:
  • Desenhar o dono da bola em metade de folha A4.

5ª atividade:
  • Jogo “Batata quente” para descobrir quem é o dono da bola(vencedor).

6ª atividade:
  • Dinâmica: Troca de presentes.
*       Distribuir papel, lápis de cor e canetinhas aos alunos.
*       Solicitar que façam um desenho para retratar a importância da amizade.
*       Explicar que cada desenho se transformará em um presente para o colega que acabou de conhecer.
*       Promover a troca de desenhos e abordar a importância de fazer novas amizades.


Minha 2º aula para o 1º ano: Identidade - Nome


Iniciei a aula com a leitura deleite do livro "Rumpelstichen" da editora Cedic.
Perguntando a eles sobre qual história eles achavam que seria contada, uns disseram Pinóquio, outros, a Bela Adormecida.
Eles ficaram bem interessados com o nome do livro, por causa da sonoridade.
Algumas pessoas acham, que por uma história ser um pouco mais comprida, há a necessidade de reduzi-la, porém, se você ler a história com entonação, suspense e interesse, as crianças prestam atenção sim. É muito importante as crianças terem acesso a um vocabulário rico desde cedo.

Depois disso, distribui uma fichinha rosa para as meninas e uma verde para os meninos. Cada criança teve que escrever o seu nome na fichinha. Depois, montamos o gráfico e fizemos as observações juntos.
 Depois os alunos fizeram mais esta abaixo:

Minha 3ª aula para o 1º ano em 2013 - Identidade

A atividade do dia foi essa:

Após fazerem a atividade com capricho, as crianças que foram terminando foram para o cantinho da leitura, tendo contato com os livros, compartilhando com os colegas.


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Nossas escolhas e suas consequências


"Eis que venho sem demora; 
Apocalipse 3:11a"

Se um filho adulto quiser por escolha própria seguir por um caminho de morte, o pai não poderá impedi-lo, mesmo que o AME.
Tanta gente irá para o inferno porque não quer seguir os caminhos de Deus que levam a vida, para seguir a caminhos de morte causados pelo pecado.
No fundo, no fundo, nossa consciência sabe o que é certo e o que é errado, mas tanta gente prefere continuar no erro, afinal, PECADO É BOM PRA ALIMENTAR A CARNE.
A carne é mortal, o espírito permanece para sempre.
O erro de muitos é não preparar uma bela casa espiritual para poder morar quando o fôlego de vida por aqui acabar.
Fico triste em ver tantos que eu conheço decidirem seguir o pecado.
Mas Deus nos fez livres para fazermos as nossas próprias escolhas.
Cada um que faça a sua.

  
"Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. 
E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei. 
Apocalipse 3:3"

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Objetivo de vida

Pra falar do quadrinho do Calvin acima:
Não seja comida de tigre nesse mundo!
As dificuldades não podem te engolir, fazendo você perder a fé, a esperança, a busca por alcançar os seus sonhos.
Que o seu objetivo principal seja o amor, pois só quem ama é amado e não tem coisa melhor nessa vida do que isso!
...
Será que para viver em paz consigo mesmo, é preciso entender o por quê de nossa existência?
Não podemos agir como se fossemos irracionais ao ponto de viver sem pensar no propósito da vida, mas martirizar-se em busca de todas as respostas também não traz a felicidade.
Esse propósito, nada mais é do que viver aproveitando ao máximo as oportunidades que surgem e ter metas de vida traçadas.
Enquanto os nossos olhos estão focados nas metas, percorremos melhor pela vida, que nos é tão preciosa.
Só vive bem quem tem objetivos a alcançar.
Vencedor é aquele que alcança um objetivo de cada vez.
Os obstáculos virão, mas são uma forma de tornar o caminho mais interessante.
 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Será que professor entra mesmo de férias?

Esse é o meu Pequeno Príncipe,  fazendo pose com a revista Nova Escola no plano de fundo em minha mesa de centro
Férias?
Será que essa palavra existe mesmo no vocabulário do professor?
Ah... as férias!
Momento para recarregar as baterias, de descanso. Mas muitos de nós professores, aproveitamos para ler, adiantar, planejar muita coisa, tudo pensando na escola.
E  no finzinho de férias diz: "Vou fazer isso, isso e isso esse ano..." Rs
A realidade é que o professor gostou tanto de estar na sala de aula, que acabou escolhendo essa profissão.
Quando eu era aluna tive uma professora que dizia que sonhava com o que fazer em nossas aulas. Agora eu consigo entender plenamente o que ela estava dizendo...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Tabuleiro para jogos

  • Colorido:
  • Preto e branco:

Caracol de números para 1º e 2º Ano

Atividade que pode ser adaptada. É só usar a imaginação!
Ótima para as primeiras semanas de aula.

Sugestões:
  • Usar números e formas geométricas na hora de desenhar o caracol.
  • Toda vez que alguém pular na casa das formas geométricas, tem que dizer o nome alguma coisa que lembra o formato dela, para só então, pular para a casa seguinte.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013



Sonho em perigo

Querem acabar com os nossos sonhos
Querem acabar com as horas do nosso dia
Acham que não trabalhamos o suficiente
Acham que somos máquinas ao invés de gente

O sonho de ensinar a alguém com prazer
Estão querendo dele um pesadelo fazer
Pois ninguém vira professor
Alguém escolhe ser professor
Mas essa decisão fica difícil diante do amargor
Enfiado a cada dia por entre nossas goelas...

Precisamos de salário digno sim
Porque nosso trabalho é cansativo e sem fim
Por que tanto desvalor
Por parte dos que nem sabem o que é amor? 
                                                     Aline Viana

sábado, 19 de janeiro de 2013

Mensagem

Quem disse que você tem que esquecer o seu passado?
Você é hoje o resultado das suas escolhas desde o início da sua vida!
As marcas, cicatrizes são um memorial das suas vitórias e derrotas.
As más escolhas do passado não devem ser simplesmente jogadas fora, afinal, você aprendeu a não escolher vários caminhos, pois sabe onde eles o levarão.
O que passou, é passado e o que fica é a experiência. 

"A experiência é o melhor professor. Mas as taxas da escola são altas.Friedrich Hegel - Filósofo alemão

É claro que os momentos ruins nos trazem dor e sofrimento, mas com disse Dalai Lama:

"O período de maior ganho em conhecimento e experiência é o período mais difícil da vida de alguém."

Guarde os seus tesouros então! Nem que seja no porão...


Meus treinos no Photoshop

O lobo mau era um desenho linear que eu busquei no Google.


Essa paisagem eu comecei do zero


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Apenas um servo



            Você não vê ninguém dando tanto valor e reconhecimento para os empregados domésticos nesse mundo, apesar de desempenharem um papel tão importante.
            Pois saiba que os servos de Deus são serviçais do Reino de dEle aqui na Terra, e entrarão no Reino dos céus como filhos resgatados, vencedores de uma dura prova.
            Para ser servido nos céus, tem que servir na Terra!
            É um trabalho extremamente necessário o do serviçal: motorista, cozinheiro(a), faxineira, mordomo, secretário(a). Na igreja, esses cargos pertencem a quem?
            Será que o motorista(pastor) do carro(igreja) é melhor do que a faxineira(irmã de oração) ou que o cozinheiro(pregador da palavra)?
            Não fique achando que é muito ter um cargo na igreja, pois ele é somente um serviço duro que terá uma grande recompensa (salário), lá no céu e não aqui.
            Não ache que por ter um cargo, a pessoa vira um ser acima dos outros, que é melhor do que os outros. Isso se chama idolatria e acabará levando você ao inferno. Toda honra deve ser dada a Deus!
            Tem tanta gente na igreja sendo levada pela idolatria aos seus líderes carnais por falta da leitura da Palavra com esclarecimento por parte de seus próprios líderes.
Vemos nos cultos atuais, muitos sermões da vida cotidiana e pouco da vida dos homens da Bíblia.
           Quantas vezes há estudos sobre a dura vida de Ezequiel, Jeremias e tantos outros que sendo profetas, sofreram pela Palavra de Deus, a Palavra da Verdade?
           Quantos sermões sobre as “puxadas de orelha” que Deus deu em seus ungidos quando eles erraram nós ouvimos por aí?
            Hoje em dia, nós infelizmente estamos caminhando para uma religiosidade vingativa:
             Ai de quem tocar em mim, porque sou ungido de Deus.
            Onde é que está hoje em dia o crente que ainda deseja o bem daqueles que os querem mal?
            Davi pediu que Deus preparasse uma mesa para ele na presença dos seus inimigos! Ele queria chamar para a festa dele, aqueles que foram contra ele e o perseguiram!
            Davi, por ter a certeza de que era um homem tão falho, indigno, por juntar-se aos servos do seu reino para dar Glórias a Deus, por reconhecer os seus erros e não querer o mal dos outros, simplesmente foi honrado na Bíblia ao ser chamado de homem segundo o coração de Deus.
            Para não cair nessa onda de “super-crentes”, só mesmo lendo a Bíblia pedindo a Deus o discernimento.

            “Você não é melhor do que ninguém, porém, não admita que alguém se ache melhor que você.” (Aline Viana)
           
            “Porque Deus amou o mundo te tal maneira que deu o seu filho unigênito para que TODO aquele que nEle crê não pereça, mas tenha vida eterna.” (João 3:16)

              Jesus morreu por todos! Ele amou o mundo, continua amando e querendo salvar as pessoas enquanto há tempo.
              Ao invés de se preocupar com quem fala mal de você, se preocupe com quem fala mal de Jesus! Esse sim, merece preocupação, pois está dando passos para a perdição eterna.
              Será que você consegue amar essa vida? Será que você consegue orar pela conversão dela?
              Ou é mais fácil praguejá-la e esquecer o assunto? Isso é por em prática o principal mandamento de Deus(AMOR)?
              A fé sem obras é morta e é impossível agradar a Deus sem ela!
             
 Siga a paz com todos!